segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Quase 2009

Vamos fazer uma pausa para merecidas férias. Voltamos em breve, com a mente mais sossegada e muita disposição para tocar esse espaço.

A todos que freqüentam o Comer, Beber, Viver, nosso muito obrigado. E, claro, boas festas, com uma entrada sensacional no novo ano!

Abraços, e até 2009!

General Prime Burger


Localizado no quarteirão dos hambúrgueres do Itaim, o General Prime Burger procura se destacar pela decoração mais sóbria e menu mais sofisticado que o dos vizinhos Joakin’s e New Dog. Num domingo movimentado, fomos até lá conferir se os lanches valiam a pena.


Começamos com duas sodas italianas (R$ 4,50), bem aguadas e sem graça, e uma porção de potato skins com cheddar e alho (R$ 19,60). Péssima escolha. Além de demorar, o cheddar é da pior qualidade, exatamente o mesmo servido nas tão conhecidas peruas de hot-dog da cidade – aguado, com alta cor artificial e aquele gosto, hm, indescritível.


Decepcionados, pedimos uma porção de onion rings (R$ 18,40) antes dos sanduíches. Nova roubada. Além da demora (o atendimento estava péssimo), as onion rings pareciam uns pneus de massa, mais para bolinhos de chuva salgados do que anéis crocantes de cebola.

Já com o pé bem atrás, pedimos os hambúrgueres...

Luana: Gran Burger com queijo da casa e creme de milho, no pão de cebola e queijo (R$ 21,90). Ele até que chegou bonitinho. Mas a festa parou por aí. O aclamado “hambúrguer com as melhores partes da picanha” tinha, isso sim, muitos, mas muitos nervos de carne. Sim, aquelas gororobas que, quando mordidas, dão até frio na espinha. O queijo, cortesia da casa, não tinha gosto de nada (oh, que dúvida!), e o lanche era ridiculamente pequeno. Pensando bem, melhor assim. Continuar mastigando nervos não ia cair bem...

Marcio: GPB com queijo prato no pão de cebola e queijo (R$ 23,90). Uma negação. Sem tamanho, sem sabor e sem sal. Perde feio para qualquer hambúrguer do St. Louis, da Hamburgueria Nacional ou mesmo da Lanchonete da Cidade.

Depois de zoar em tantos quesitos, resolvemos deixar de lado a sobremesa, e vazamos o mais rápido possível. Toda a pompa do lugar, os preços altos e o cardápio extenso, só fizeram a decepção maior.

E se você ainda não conhece o General Prime... sorte a sua!

General Prime Burger
Rua Joaquim Floriano, 541. F: 3168-0833
http://www.primeburger.com.br/

domingo, 21 de dezembro de 2008

Lá vem o pato!


Encantados com o delicioso sabor de um peito de pato bem feito, visitamos a Casa Santa Luzia em busca da carne, para que pudéssemos preparar em casa o delicioso prato. Não apenas encontramos o magret de canard, como voltamos carregados de queijos de cabra, de vários tipos e formas. Nhami!

Assim, abrimos a noite com deliciosos pães de batata caseiros do Maucio, acompanhados pelo incrível queijo Pur Chévre coberto por carvão vegetal, da Caprimilk (agora nossa marca queridinha) e da refrescante cava Codorníu Brut. Colocamos links dos produtos, pois simplesmente esquecemos de fotografar a entrada!


Para principal, suculentos peitos de pato, acompanhados de batatas gratinadas. Delicioso! Conseguimos deixar a carne no ponto ideal, sangrentinha, saborosa e macia!


O vinho foi um grande achado, e casou perfeitamente com o pato: o francês Fort Bertrand Beaujolais (comprado por inacreditáveis R$ 10,47 a meia garrafa, numa promoção da Adega D.O.C.).

PS: O pato é fácil de preparar (basicamente, temperar a gosto e fritar em uma frigideira grande, antiaderente, com pouco azeite ou manteiga) e, embora congelado, estava em perfeito estado de conservação. O único inconveniente é sua gordura, que fede demais e empesteia a casa toda. Porém, como o resultado compensa mesmo, recomendamos que façam em casa.

Testando receitas


Depois de encontrarmos o incrível site australiano Taste.com.au, fomos imediatamente para a cozinha, testar duas receitas.

A primeira, uma deliciosa e prática torta de ricota, tomate cereja e manjericão. Muito fácil de fazer, leve e saborosíssima. Receita aqui.


De sobremesa, adaptamos a receita de Little Lemon Cheesecakes, e fizemos uma torta enorme. Outro grande sucesso, o cheesecake de limão ficou firme, saboroso, igual aos típicos americanos. Faça como nós fizemos, e coloque o suco de um limão também na massa, pra tudo ficar mais cítrico e marcante.


Acompanhando tudo isso, espumante Salton Brut e cerejas fresquinhas - afinal, é dezembro, tempo de aproveitar a deliciosa frutinha!

Nossa versão do Croque Monsieur


Com um ótimo queijo de cabra tipo boursin em mãos, resolvemos adaptar o tradicional sanduíche francês Croque Monsieur ao nosso gosto. O resultado ficou um espetáculo, por isso dividimos com vocês.

Faça assim: numa asadeira, coloque uma fatia de pão de forma branco, duas fatias de presunto cozido, uma fatia de mussarela, MUITO queijo de cabra, e feche com outra fatia de pão. Por cima, despeje molho béchamel (Numa panela, derreta duas colheres de manteiga. Junte 1 colher bem cheia de farinha de trigo e, aos poucos, vá despejando leite, até chegar num ponto de molho cremoso. Tempere com sal e pimenta do reino a gosto), polvilhe com parmesão fresco ralado e coloque no forno para gratinar.


De acompanhamento, um delicioso espumante: Chandon Passion, demi-sec rosé nacional que combina muito bem com lanches, aperitivos e sobremesas. Preço médio: R$ 45,00.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Applebee's

Plano bem antigo, visitamos o Applebee’s (filial de Campinas, muito mais fácil e rápido de chegar) num final de semana de sol e muita fome. O ambiente, aquele velho conhecido “típico americano” que tanto gostávamos quando adolescentes, começou a dar no saco – já estamos velhos pra isso, e nesse dia apenas constatamos o “óbvio”.


Pedimos um chope Brahma (R$ 6,10), que estava meio aguado, e um dos drinques favoritos da casa, Dos’ Rita Rocks (R$ 18,50). Uma margarita feita com limão e laranja, que parecia diferente e legal. Mas que era MUITO fraca, muito sem gosto, muito aguada. Ai, que raiva de pagar tão caro por algo insosso!

O almoço:


Luana: Cowboy Burger (R$ 28,90) – Com queijo cheddar e monterey jack, salada e cebola empanada (pedi para tirar bacon e barbecue). Estava ótimo! A carne, apesar de bem passada, era grande e saborosa, assim como os queijos, bem típicos americanos. Acompanhando, ótimas batatas fritas, com bastante sal e pimenta do reino (os potinhos ficam na mesa, pra você se fartar!).


Marcio: Big Apple Burger (R$ 31,90) – Pelo jeito, os hambúrgueres são um ponto forte da casa. Esse é bem caprichado, com 2 carnes de 210g (meio passadas), boas doses de queijo cheddar e monterey jack e várias fatias de bacon frito. Bem legal se você tem um bom apetite e não tem medo de comida gorda. Para aumentar a diversão (e o colesterol), peça sem salada, assim fica bem mais fácil “operar” o sanduíche.

De sobremesa, queríamos comer o Triple Chocolate Meltdown (R$ 16,90), sobremesa mais bonita do cardápio. Mas, bem no dia de nossa visita, ouvimos depois de meia hora o típico “tem, mas acabou”. Para não sairmos no prejuízo, fomos de Chocolate Cake (R$ 15,90), aparentemente outra vedete do menu.


Meu, que bolo HORRÍVEL! Além de estar velho, seco e muito duro, o tal bolo era feito de chocolate de segunda categoria, com toda a pinta de bolo instantâneo. Muito estranho, mesmo porque, em casas do mesmo gênero (como Friday’s e Outback) os doces costumam ser maravilhosos!

Bem, nesse quesito, o Applebee’s decepcionou feio. Não conseguimos comer nem metade do doce, mesmo dividindo. Argh! Isso porque o garçom falou que é uma das sobremesas mais pedidas...

Então, quando for ao Applebee’s, peça sem medo os lanches, mas cuidado com os drinques carésimos e as sobremesas farofonas! E divirta-se, se for capaz!

Applebee’s
www.applebees.com.br
Shopping Iguatemi Campinas, 2˚ piso. E vários endereços em São Paulo - Capital.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

La Tartine – Experimentações

Duro é ir ao La Tartine e não comer a quiche de queijo de cabra. Eis que numa das nossas idas ao simpático bistrô, arrisquei uma inovação e, cheio de coragem na alma e dor no coração, pedi o prato do dia, um coelho no molho de ameixa (R$ 29).


Sinceramente, não bate a quiche, mas vale a experiência. O coelho estava bem feito, nada seco, e o molho, que leva também caldo de carne e legumes, estava encorpado e saboroso.

Para beber, uma garrafa do tradicional Chateau Timberlay (R$ 44), bordeaux branco sequinho, que costumamos pedir em taça.


Como não poderia deixar de ser, encerramos com um doce. Desta vez, ao invés da deliciosa torta mousse, avançamos nos Profiteroles (R$ 10), sempre crocantes e com abundância de calda de chocolate.



terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Gaeng moo tay sapparod

E mais uma vez escolhemos um prato de curry para nos animar depois de um dia estafante. Adaptamos nossa receita de camarão thai e preparamos um saboroso curry com mignon suíno e abacaxi.

Para coroar a refeição, um clássico da casa, nosso querido Carmen Gewürztraminer geladíssimo.


Satisfeitos e recarregados, encerramos com um prático e refrescante frozen yogurt acompanhado de pêssegos em calda. Delícia.

Curry thai de porco e abacaxi

[Ingredientes]
400 g de abacaxi descascado e cortado em cubos
600 g de filé mignon suíno
400 ml de leite de côco (2 garrafinhas)
2 colheres de chá de pasta de curry tailandês vermelho
Sal e açúcar a gosto

[Preparo]
Numa panela média, cozinhe o leite de côco e o abacaxi em fogo baixo por uns 10 minutos, para que o leite pegue bem o sabor da fruta. Se quiser, esmague alguns pedaços para que soltem um pouco de suco. Paralelamente, salgue a carne de porco a seu gosto e refogue rapidamente em uma frigideira com um pouco de óleo, somente para selar a carne.

Quando o leite estiver pronto, coloque a pasta de curry e misture bem, até que fique totalmente integrado. Em seguida, coloque o porco, acerte o tempero e deixe cozinhar por mais alguns minutos, cuidando para que a carne não endureça. Sirva bem quente.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Ravióli de brie com amêndoas


Dia desses, resolvemos fazer algo prático, rápido e, ao mesmo tempo, com jeito de restaurante. Assim, compramos os deliciosos (e caros) raviólis de brie com amêndoas da La Vera Pasta, vendidos no Pão de Açúcar a R$ 32,99 (500 g).


Vale cada real investido, ainda mais se for servido com um bom molho de tomates caseiro. Os raviólis são grandes, a massa é ótima, firme, e o recheio é farto. E nem precisa de parmesão ralado por cima, pois o brie e as amêndoas são bem marcantes.


De sobremesa, folhados de maçã com canela e creme de leite gelado.


Para refrescar, o espumante Salton Reserva Ouro Brut (R$ 28,99), servido bem frio.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Robin des Bois

Visitamos o Robin des Bois, filial da casa nova-iorquina Sherwood Cafe localizada em Pinheiros. E não é que o Bicho tinha razão?

O lugar, super transado, é acolhedor e acerta na decoração, na meia luz, no atendimento simpático e jovial. Mas erra, FEIO, na comida. Sim, foi uma experiência terrível em termos gastronômicos, o que é realmente uma pena, dado que o lugar tinha um enorme potencial para dar certo...


Vamos lá. Chegamos e selecionamos nosso vinho. O delicioso rosé Montes Cherub Syrah (R$ 76,00), infelizmente, foi a única pedida acertada da noite.

Principais:


Luana: tartine de “queijo de cabra” com rodelas de tomates e salada verde (R$ 18,00). A apresentação do prato agradou, porém o queijo de cabra não se parecia com queijo de cabra, se é que vocês podem me entender (vide foto). Na verdade, o queijo tinha cara, consistência e gosto de brie. Ok, adoro brie, mas queria queijo de cabra! A salada, normalzinha, tinha um molhinho bem insosso também. Pitty. Quando reclamei do queijo, o dono (?) do estabelecimento, gentilmente, me mostrou que, de fato, aquele queijo era vendido como de cabra. E também disse que eu não era a primeira, nem a segunda a reclamar. Então, minha gente, o estabelecimento precisa no mínimo OU trocar o queijo, OU deixar claro que ele não se parece com os queijos de cabra convencionais.


Marcio: magret de pato com risoto cítrico e molho de framboesas (R$ 36,00): Logo de saída, o prato tem problemas no nome e deveria se chamar risoto com magret, já que, de carne, tudo o que vem são quatro tirinhas. No quesito qualidade, decepcionou igualmente. O risoto estava duro, com vários grãos mal-cozidos, e apresentava gosto de caldo de legumes industrializado. A parte do pato ficou díficil avaliar, já que, como citado anteriormente, vem em quantidades risíveis e poderia ser facilmente confundido com picanha. O molho de framboesas é apenas decorativo e não chega a fazer diferença no sabor. Definitivamente, não é um prato de carne conforme o prometido, mas sim um risotinho com pato, e fracassou também nessa proposta.


Para “coroar” nossa visita, pedimos uma sobremesa, para saber se o estrago seria geral. Siiiiim, a mousse de chocolate (R$ 10,00) tinha um gosto absurdo e abominável daquelas que vêm em pozinho, sabe? Pro povo que não quer mesmo cozinhar, e se contenta com qualquer coisa. Imperdoável.

Como vocês podem perceber, chocamos ao encontrar um lugar tão bonito, tão jovem e bem localizado e, ao mesmo tempo, com uma cozinha incompetente. O cardápio abre o apetite, com várias opções de dar água na boca. O problema é que, quando o pedido chega, percebemos que tudo não passa de propaganda enganosa.

Ficamos bem chateados de escrever tudo isso assim, sem desculpas, porque fomos muito bem atendidos, e realmente esperávamos algo, no mínimo, razoável. Mas a comida do Robin des Bois tem que melhorar MUITO pra chegar nesse nível razoável.

Muitas pessoas, inclusive, indicaram o lugar por ter ostras maravilhosas, e tal. Mas, mesmo que as tais ostras sejam de outro mundo (o que não podemos saber, já que não provamos), o nível da cozinha está muito aquém do esperado para um bistrô francês na capital brasileira de gastronomia.


Robin des Bois
www.robindesbois.com.br
Rua Capote Valente, 86, Pinheiros. F: 3063-2795.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

D.O.M. x gringos

E esta é só para mostrar que a gente não é implicante. E que existem, sim, pessoas que assim como nós, foram ao D. O. M. e acharam bem ruim – inclusive confirmam a afirmativa de que servem atum enlatado no couvert:

(...)

3. We Would Not Recommend

3.1 ***D.O.M., R. Barao de Capanema 549, (01411-011) Jardins Paulista, tel (55-11) 3088-0761, e-mail: dom@domrestaurante.com.br, and web: www.domrestaurante.com.br We spent R$387.52, an eyepopping US$233.45 for one degustcao menu of 4 courses, plus cheese and dessert (R$195). We ordered one bottle of Alta Vista Malbec '05 R$115 (more expensive than it was worth), 2 agua R$8, and 2 couvert 2 x R$14 = R$28. The room is nice but the banquette is not comfortable. The one English speaker, Mariana, at the front of the house is very good (e-mail: marifeltran@hotmail.com) and attentive in describing dishes. The manager is an old-fashioned grump. The meal got off to an in-auspicious start when we requested to have only one degustation menu. Mariana said that was not permitted because the meal is perfectly calabrated for one appetite. We told her that we can't each eat a whole meal and that we have been able to split one degustastion menu everywhere else we had asked. We asked her to ask the Chef, Alex Atala. She said he was in London so she asked the manager. The manager said no. When we told them we were only going to order one degustation menu and share it at our table (or leave), they relented. We were able to tell the kitchen that we prefer fish (to meat) for the menu. The one degustation menu, by the way, was too much food for us and very easy for us to share ourselves (allowing the kitchen to create and present the dish perfectly as conceptualized). Interestingly, Alex Atala was in London getting a Restaurant Magazine award for 40th best restaurant (out of 50) in the world for 2008. He had been down-graded from 2007 when D.O.M. was 38th. We don’t think the restaurant should be on the list at all. We think that Alex has lost whatever “touch’ he had. The meal had some good dishes but overall is was not good and certainly D.O.M. should not have 3 stars da qualidade da cozinha by Guia Quatro Rodas Brasil 2008. Rating: 5/10

The couvert (about which the Economist Magazine City Guide Sao Paulo said: "His food generally lives up to the hype, except the couvert, a rather bland offering that should be declined.") included bread, roasted garlic, a good yoghurt, a Brazilian roasted pepper and a tuna fish salad (that Dimitri said tasted like canned) with a kind of unusual herb in it. (R$14 x 2 =R$28). We ordered an Alta Vista Gran Reserva ’05 (R$115). It was served at 16° (we were told) and it was too cold. The first course of the degustation menu was very good. It was called "Jambo" and Flowers Salad with fish and squid in a delicious orange sauce with flower shavings on top. We also liked the second plate: the Foie gras was good with cruchy wild rice, hazelnut, cambuci sorbet in an excellent consommé of bonito. The third plate we did not like (and had it been on the menu we would have told Mariana to exclude it). It was a bacalhau with soy sauce, tapenade, breadcrumbs and tomato. We have never liked bacalao and we can’t say whether this dish would be considered good by an aficionado. The next plate was on the menu and described as: “Sous Vide Cooked Zebu Hump with mashed potatoes, perfumed with pequi”. The cooking process is supposed to get rid of the fat on this piece of shoulder meat. It did not. It was like eating a piece of gelatinous fat. This was not a good dish. The next plate was a pasty potato concoction that was served, with a flourish, as if it was dondurma ice cream from Turkey. It was cold and the texture and taste were awful. The dessert was an ice cream with a flavor that we couldn’t identify. We didn’t ask whether the restauant has decaffeinated coffee, we just wanted to get out.

(...)

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