quinta-feira, 27 de agosto de 2009

C'est si bon!


Ontem a noite, visitamos a cafeteria/ doceria de nosso restaurante preferido: a Le Vin Pâtisserie, nos Jardins.

Coladinha no bistrô, serve café da manhã, lanches rápidos, omeletes, quiches, e muitos, muitos doces lindos e delicados, além de variadas bebidas quentes e frias. Combatemos o friozão com cafés Nespresso (um tantinho mal tirados, pra falar a verdade...) e o já conhecido e delicioso chá natural de hortelã! Cheiroso, cheiroso, cheio de plantas verdinhas, uma frescura só!


Experimentamos vários docinhos, todos na faixa dos 4 reais. Delicinhas que valem a visita, muito suaves e saborosos!

O ambiente, tão confortável e aconchegante como o restaurante, com as toalhinhas em xadrez azul e branco, etc. e tal. Atendimento muito bom, com moçoilas simpáticas que, mesmo com a casa fechando, não cansavam de mostrar os doces e conversar com os (únicos, e chatos) clientes naquela hora.

Visitem! Na frente, fica a boulangerie Le Vin, que também promete! Postaremos os belos e variados pães aqui, em breve.


Le Vin Pâtisserie
http://www.levin.com.br/patisserie
Alameda Tietê, 178, Jardins. F: 3063-1094.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Ritz: endereço classe A e hamburgueres perfeitos!


Com muito atraso, visitamos o Ritz da Alameda Franca e ficamos estupefatos: lugar lindo, atendimento de primeira, gente muito fina por todas as mesas do salão e, claro, hamburgueres inesquecíveis! Pra fechar, uma sobremesa genial e vinhos honestos com preços idem. Como passamos tanto tempo na ignorância total?

Nhami!



Hamburguer bearnaise, acompanhado de onion rings (R$ 22,50)


Jubileu Burger, acompanhado dos famosos e gostosos bolinhos de arroz e de molhinho-picante-delícia (R$ 28,10)


Merengue de framboesa (R$ 15,60)

Carmen Merlot 1/4 garrafa (R$ 13,00)

Ritz
Alameda Franca, 1088, Jardins. F: 3062-5830.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

A melhor quiche, agora sob encomenda!


Descobrimos algo que vai melhorar, e muito, nossos jantares caseiros, quando estivermos sem paciência ou vontade de ir pra cozinha: a melhor quiche da cidade pode ser levada para casa, inteirinha, por preço (muito) honesto!

Sim, o La Tartine produz, sob encomenda, aquelas delícias, por apenas R$ 50,00 a torta inteira, que corresponde a seis pedaços servidos no restaurante. Faça os cálculos: para comer lá, você paga R$ 18,90 a fatia da quiche, com saladinha. Em casa, e sem saladinha, a mesma fatia fica por inacreditáveis R$ 8,33! Imagina o quanto de alface dá pra comprar com o resto...

Para quem é apaixonado, como nós, pelas quiches de lá, fica a dica! Nós testamos e aprovamos!

La Tartine
Rua Fernando de Albuquerque, 267, Cerqueira César. F: 3259-2090. (encomendas com um dia de antecedência)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Quando o entusiasmo ofusca a realidade


Acho que este é o post mais sério que já escrevemos. E também o mais difícil. Vira e mexe, discordamos redondamente da qualidade de redutos muito bem falados por críticos, blogueiros, gourmets de plantão, e não ficamos preocupados com isso. Quando, por exemplo, visitamos o D.O.M., no ano passado, nossa critica não foi nem de longe passional ou exagerada – foi exatamente o que achamos da comida do lugar, ruim. Mas tudo bem, gosto é gosto, paladar é paladar, cada um com o seu. Outras dessas surpresas desagradáveis nos pegaram por aí, mas nenhuma foi tão frustrante quanto nossa visita recente ao benquisto Due Cuochi.

Sim, desta vez, não havia discordância, os sussurros ecoavam na nossa cabeça: “este é um lugar não passível de erros, vai ser gostoso demais!”. Pois então, o que será que nos aconteceu? Dia ruim, puro azar? Não, realmente acreditamos que ou vivemos em outro mundo, ou as criticas estão muito, mas muito discrepantes da realidade. Ou melhor, do que entendemos por boa comida, bom serviço, local agradável, e tudo mais que falam por aí, em todos os cantos, do restaurante italiano ultra-mega-super prestigiado pelos paulistanos.

Vamos aos fatos:

1) Ambiente: chegamos por volta das 20h30, saímos duas horas depois. Nesse período, o entra e sai é interminável, como já sabíamos. O que não sabíamos é que o restaurante, bem pequeno, bem escuro e abafado, tem clima e “cara” de bar, e muita gente que vai lá por badalação, simplesmente. Cadê as famílias, os casais de namorados, os amantes da boa mesa? Nem sombra. E muito, muito barulho.

2) Atendimento: vamos citar um fato, dos mais desagradáveis daquela noite. Queríamos pedir as entradas e, só depois, os principais. Pois o garçom não deixou! Disse que, como ainda não tínhamos ideia do que pedir, mesmo assim ficaria ao nosso lado, de braços cruzados, até que nos decidíssemos. E ficou. Foi muito, muito deselegante. E deveras incômodo.

3) Carta de vinhos: não somos grandes entendedores, mas a carta podia ser mais interessante. Vale pela iniciativa de apresentar vinhos mais acessíveis, mas peca pela falta de boas opções intermediárias. Ou você fica nos hermanos baratosos (como Alamos, Castillo de Molina e Urban Uco) ou cai nos europeus premium de várias centenas de reais.

Agora, a comida:


1) Couvert (R$ 11,00 por pessoa): as focaccias, frescas e deliciosas, eram acompanhadas de diversos pães amanhecidos e duros, um horror! Não dava pra evitar essa crítica?

2) Queijo ralado num pote aberto, em cima da mesa: feio, nada higiênico. Um lugar desses, no mínimo, deveria ralar o queijo na hora da chegada do pedido, né não? Até em cantina de bairro isso já é frequente... E resolvemos provar um tiquinho, mesmo que com nariz torcido, só pra constatar que o queijo não tinha gosto de na-da. Ugh!


3) Entrada 1 – ravioloni recheado de gema de ovo caipira, na manteiga de sálvia (R$ 27,00): massa ótima, manteiga de sálvia delícia, e recheio sem graça. Que me perdoem as pessoas que se derretem por essa entrada, mas o recheio tem muita ricota, pouco ovo e nada de sal. Não recomendada.


4) Entrada 2 – raviólis de taleggio italiano com compota de maçã verde e damasco (R$ 24,50): a massa é bem boa, fresca, cozida no ponto certo. Acertam também no recheio, que combina o doce das frutinhas em compota ao queijo cheio de personalidade. O que enche o saco é que, depois de ouvir tantas maravilhas a respeito das “inesquecíveis massas”, só posso dizer que é gostosinha. E ponto.


5) Principal 1 – fettuccini com ragú de pato e cogumelos frescos (R$ 40,00): A ideia é ótima, a massa é realmente muito boa e o sabor do prato é irrepreensível. O que não agradou foram os pedações de pato, gigantes e um tanto borrachudos. Em compensação, os pedaços menores e mais integrados ao ragú no fundo do prato estavam deliciosos. Estava legal, o custo x benefício é decente, mas não foi uma experiência de outro planeta que inspira textos em caixa alta, exclamações e suspiros.


6) Principal 2 – coelho assado no próprio molho, com tagliatelle na manteiga e sálvia (R$ 48,00): A massa, novamente, perfeita. A carne de coelho, suculenta, bem temperada, bem gostosa. Mas... Nenhum pedaço de peito! Só dois pedacinhos das perninhas magras e de carne escura do bichinho... Acho que o prato merecia mais. Eu também!


Decididos que tínhamos provado boa comida, mas nem de longe merecedora de tanto auê e de tantos elogios de gente boa, ficamos com uma sobremesa, apenas: petit gateau de limão siciliano com sorvete de creme (R$ 19,00): gostosinho, mas ordinário. Massa fresca, mas muito, muito doce. Não pediríamos de novo. E não recomendaríamos a ninguém.


Ah, sim, o vinho foi uma ótima escolha: Carmen Reserva Pinot Noir, por R$ 112,00.

Due Cuochi
www.duecuochi.com.br
Rua Manuel Guedes, 93, Itaim Bibi. F: 3078-8092.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Torta de chocolate belga - Ici Bistrô


Uma de nossas sobremesas preferidas, conseguimos a receita da torta de chocolate amargo belga do Ici Bistrô com exclusividade, enviada diretamente pelo chef Benny Novak (ok, ok, era para um especial que eu estava tocando, e não para o blog...)! É claro que, imediatamente depois da publicação no tal especial, providenciamos o melhor chocolate e outros ingredientes, testamos a belezura e fizemos a festa! Muito, muito boa!

Valeu, Benny! Querendo, pode enviar mais coisas gostosas pra gente preparar...

Ah, a foto do doce é de Talitha Ribeiro.

[Ingredientes]
Massa
250 g de farinha
40 g de açúcar
125 g de manteiga gelada, cortada em cubinhos
1 pitada de sal
60 ml de leite
Manteiga para untar a forma

Recheio
600 g de chocolate amargo belga picado (recomenda-se a marca Callebaut)
300 g de creme de leite

[Preparo]
Pré-aqueça o forno a 160º. Em um bowl, junte a manteiga, o açúcar, a farinha e o sal, misturando bem até obter a consistência de uma farofa. Em seguida, faça um buraco no meio dessa farofa, e acrescente o leite. Misture, então, com os dedos, até virar uma massa homogênea. Cubra e leve a geladeira por pelo menos uma hora.

Em uma superfície polvilhada de fainha, abra a massa com um rolo. Deite-a sobre as bordas e fundo de uma assadeira de fundo falso com 28 cm de diâmetro, untada com manteiga. Com um garfo, faça furos na massa, evitando assim que ela estufe. Preencha a massa com feijão – isso serve para assar e ela não levantar da forma. Leve ao forno pré-aquecido por cerca de meia hora, ou até a borda ficar levemente dourada. Retire a massa do forno, espere esfriar e retire os feijões.

Para o recheio, derreta o chocolate com o creme de leite, em banho maria. Deixe esfriar fora da geladeira. Coloque o recheio dentro da massa. Leve a torta à geladeira até o chocolate se solidificar. Sirva a temperatura ambiente.

domingo, 16 de agosto de 2009

Boas vidas em Campinas


Na minha época de criança, o Fellini era “aquele” restaurante favorito das famílias campineiras, ponto de referência e adoração de vovos, titias e molecada, que iam até lá para um almoço farto, cheio de massas, pães, queijos, gratinados, e tudo o que é preciso para um amante das cantinas italianas se sentir completamente satisfeito.


Hoje, muitos anos depois, pouca coisa mudou. A cantina continua cheia de fama, clientes assíduos e casa lotada praticamente todos os dias. A qualidade de tudo – massas fabricadas no próprio restaurante, pratos impecáveis e fartos, clima de casa da nonna – se mantém.

Levei o Marcio até lá por dois motivos: a carta de vinhos, super bacana, grandona, completa e com ótimos preços; um doce que veio dos céus.


Começamos dispensando o couvert, porque se tem uma coisa que mudou para pior por ali, foi a qualidade dos pães. Quando eu era uma garota, eles eram frescos, diferentes, imperdíveis. Hoje, chegam secos, envelhecidos, e sem nenhuma marca do sabor de antes. Fomos, então, num acertado antepasto, com lascas de parmesão de boa qualidade, ótima conserva de abobrinhas e mussarela de búfala fresquinha. Delícia que nos custou R$ 15,40, com os malfalados pãezinhos de cortesia - preço bastante convidativo.


Para beber, depois de muito fuçar, ficamos com o básico e gostoso Gran Hacienda Syrah (R$ 66,00), que foi uma ótima pedida para o jantar daquela noite.

Os principais, muito gostosos, suculentos e bem servidos, foram:


Tagliatelle alla siciliana (molho napolitano com mussarela de búfala em cubinhos – R$ 27,00)...


... E rigatoni com molho de calabresa (R$ 28,00).


Agora, o gran finale. O doce caído do céu citado no início do post é a Torta Caprese (R$ 12,00), uma beleza de um bolo molhado cuja massa tem como base muito limão siciliano e amêndoas, em um equilíbrio perfeito. Para melhorar tudo, o doce vem acompanhado de ótimo sorvete de creme e uma escandalosa e queimadinha calda de caramelo. Stuppendo!


Fellini – Ristorante e Vinheria
www.felliniristorante.com.br
Av. Coronel Silva Telles, 514, Cambuí, Campinas-SP. F: (19) 3252-0845.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O brasato do Tappo


Depois de um alguns meses morrendo de vontade de voltar ao Tappo, acabamos fazendo uma visitinha diurna à casa. Este novo post poderia ser sobre como o ambiente é família no domingo na hora do almoço, poderia ser sobre as sobremesas testadas na visita ou até sobre como a comida continua sensacional. Quem esperava uma dessas coisas manjadas, dançou, o post será dedicado exclusivamente a um prato… e pronto.

O brasato al vino rosso (R$ 41) é um prato bem tradicional do Piemonte – região da Itália que faz divisa com a França – e que consiste em um pedaço de carne não muito nobre (acém, paleta ou, como nesse caso, costela) cozido lentamente em vinho tinto. Dito isso, o que a cozinha do Tappo faz é uma verdadeira obra de arte. A apresentação é espetacular, o risoto de açafrão é um senhor acompanhamento, a carne é brilhante e toda tingida pela bebida, e fica tão macia que desmancha ao toque. Como se não bastasse, é simplesmente uma delícia, o tipo de comida que realmente justifica sair de casa para fazer uma refeição.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

O aconchego do 348


Com um atraso de pelo menos dois anos, visitamos uma de nossas casas de carnes favoritas na cidade, o restaurante 348 – Parrilla Porteña, para o blog. Localizado no meio da muvuca da Vila Olímpia, na mesma rua da matriz do Pobre Juan, a casa lota de gente endinheirada aos finais de semana, que não se importa em esperar mais de uma hora por um lugar ao sol...


...Afinal, enquanto o tempo passa, é possível bebericar ótimas e bem tratadas cervejas uruguaias, argentinas, vinhos variados, e curtir um ambiente rústico, charmoso e muito, muito aconchegante.


Na última visita, num sábado lindo e ensolarado que fez tudo ficar 200 vezes melhor, esperamos pouco mais de meia hora, porque já passava das 16h! Enquanto isso, cervejas Stella Artois (R$ 13,00 - 960 ml) e Patrícia (R$ 14,00 - 960 ml) foram muito comemoradas junto de gostosas e leves empanadas de carne e queijo com cebola (R$ 5,00 a unidade).


Enfim instalados, pedimos ½ salada 348 (R$ 16,00), deliciosa e simples, com agrião, rodelas generosas de palmito, e temperinho na medida. Recomendamos, sempre!


Na hora do principal, resolvemos experimentar a Tapa de Cuadril (R$ 72,00 o corte inteiro) acompanhada de batatas fritas convencionais (R$ 15,00 a meia porção). A carne, no ponto da casa, veio suculenta, macia, mas precisando de um pouco mais de sal. As batatas ultra crocantes, perfeitinhas, do jeito que a gente gosta.

Desta vez, mais do que satisfeitos, ficamos sem sobremesa, mas a carta conta com todas as opções tradicionais dos restaurantes argentinos, como panqueca de doce de leite e lemon champ (sorvete de limão embebido em espumante, sobremesa muito comum na Argentina e Uruguai). Também recomendamos!


Dicas Comer, Beber, Viver:

1-Tente uma mesa na área externa. O verde, o céu azul, o visual todo faz muita diferença!

2-É bom saber que no 348 as meias porções, tanto de carnes quanto de acompanhamentos, são generosas, e servem muito bem duas pessoas.

3-Apesar de a carne não bater a do Pobre Juan, o 348 é um ótimo restaurante para quem gosta de carne de verdade, cheia de qualidade, sabor e muito bem assada. Pode confiar.

4-Evite pedir o Clericó: apesar de bonitão, ele é lotado de suco de laranja industrializado e, com isso, o sabor do vinho branco praticamente desaparece.

5-Se quiser um clima super romântico, reserve uma mesa para o jantar. O restaurante é tão lindo a noite quanto durante o dia, e bem mais tranquilo.

6-Curiosidade: O nome do restaurante homenageia um famoso tango de Carlos Gardel, "A Media Luz".

348 – Parrilla Porteña
www.restaurante348.com.br
Rua Comendador Miguel Calfat, 348, Vila Olímpia. F: 3849-0348.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

The Fifties


Assim que o Fifties inaugurou uma unidade na Alameda Santos, pertinho pra gente, resolvemos ver se a lanchonete valia ou não o quanto pesa - afinal, são anos de tradição, hamburgueres de fama e várias lojas espalhadas pela cidade.

Porção de fritas (R$ 10,90): crocantes, corte caseirinho, beeem gostosas. Valem!


Marcio: hamburguer de maminha (R$ 12,10) com queijo (R$ 2,00) e onion rings (R$ 2,30 - dentro do sanduíche): Bem gostosinho, com carne suculenta e queijo farto. Já as onion rings funcionam melhor fora do pão. Dentro elas ficam um pouco murchas.


Luana: hamburguer de maminha, queijo e creme de milho (+R$ 3,00): o hamburguer, apesar de fininho, é bem suculento, com o exterior tostadinho, e o interior rosado. Os acompanhamentos estavam gostosos, mas o creme de milho veio servido fora do sanduíche, derramado no prato, ensopando o lanche todo. Isso foi terrível. Além do lanche ter ficado todo molhado e grudento, mesmo tentando colocar o creme dentro do lanche, com uma colher, não tive o menor sucesso. Resultado: comi hamburguer com garfo e faca, coisa que simplesmente abomino! Custava colocar em um potinho separado, ou simplesmente dentro do sanduíche, como (quase) todo mundo faz?

Maaaaasss, daremos o braço a torcer: o Fifties vale várias visitas, pelo custo x benefício e os horários mais do que convenientes - sábados, por exemplo, eles ficam até as seis da manhã!


Tanto que retornamos, alguns dias depois, na madrugada do final de semana, e tivemos outras boas surpresas, como o cachorro quente com molhinho de tomate gostoso acompanhado de MUITA batata frita, por apenas R$ 9,80.

The Fifties
www.thefifties.com.br
Alameda Santos, 1015, Jardins. F: 3266-4278.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Coelho ao molho de mostarda


Esse prato causou tão boa impressão da última vez que fomos ao Le Vin, que resolvemos fazê-lo em casa. Para acompanhar, apenas um gratin de batatas básico e um delicioso Dukesfield Pinot Noir.


Pra quem quiser experimentar, aí vai a receita, simples e relativamente rápida de preparar.


Coelho ao molho de mostarda

[Ingredientes]
600g de carne de coelho (limpo e desossado)
1/2 garrafa de vinho branco
400 ml de creme de leite fresco
3 colheres de mostarda a l’ancienne
1/2 cebola bem picada
4 colheres de sopa de óleo
sal e pimenta a gosto

[Preparo]
Depois de limpar e separar as peças do coelho, salgue e deixe em uma marinada de alho e vinho branco por, pelo menos, uma hora. Numa frigideira grande, prepare um refogado simples com óleo e cebola e, assim que a cebola ficar transparente, jogue as peças e frite, selando a carne. Depois que a carne escurecer um pouco por fora, jogue o caldo da marinada e acrescente um pouco a mais do vinho, o suficiente para evitar que o fundo da panela fique queimado e a carne ressecada. Cozinhe a carne dessa forma por cerca de 20 minutos, sempre acrescentando vinho quando o caldo começar a secar.

Enquanto a carne cozinha, prepare o molho de mostarda em outra panela. Primeiro aqueça o creme de leite até que apareçam pequenas bolhas nas laterais. Em seguida, abaixe o fogo e adicione a mostarda e tempere de acordo com seu gosto. Quando estiver pronto, pegue a carne da frigideira e termine de cozinhá-la no molho de mostarda. O ideal é que a carne solte um pouco de caldo, o que dá mais sabor ao molho. Depois de terminar o cozimento da carne, retire do fogo e sirva bem quente.